Caesb investe R$ 4 milhões para modernizar e melhorar o abastecimento no Setor de Mansões
A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) está investindo R$ 4 milhões para substituir as antigas redes de ferro fundido que distribuem água nos Trechos 7 a 11 do Setor de Mansões Lago Norte. Ao todo, serão trocados quase 7 quilômetros de tubulações por um material mais resistente e mais econômico bastante utilizado em saneamento: o plástico rígido conhecido por PEAD (polietileno de alta densidade). O mesmo material será usado na modernização da adutora de água potável da Caesb no Lago Norte.
As obras devem começar na próxima semana e terão prazo de execução de um ano. A Caesb vai avisar os moradores com antecedência quando o abastecimento tiver de ser suspenso para a troca da tubulação. Nessa fase, os moradores, além de avisados, serão orientados a abastecer a caixa d’água e a não desperdiçar água com irrigação de gramado ou lavagem de carro.
A mudança é necessária para modernizar a rede e melhorar a qualidade da água distribuída na região. No Lago Norte, as tubulações de ferro fundido foram implantadas ainda no início dos anos 1970. Com o tempo, esse tipo de tubulação pode sofrer deterioração que acaba comprometendo a cor da água, embora possa ser consumida sem risco à saúde. “Queremos modernizar as redes de água da Caesb, que hoje somam 10 mil quilômetros espalhados por todo o Distrito Federal, e atender a todos com água de qualidade”, afirmou Luís Antônio Reis, presidente da companhia.
Investimentos na região Norte
A Caesb também trabalha para expandir e melhorar o abastecimento em toda a região Norte do Distrito Federal. Para isso, está investindo R$ 135 milhões na construção do Sistema de Abastecimento de Água Norte, que vai atender 355 mil pessoas que moram em Sobradinho I e II, Grande Colorado, Boa Vista, Taquari, Itapoã e Região dos Lagos. As obras estão gerando quase 500 empregos direitos e indiretos, segundo a Caesb.
O sistema é composto por várias obras, que vão sendo erguidas por etapas simultaneamente. É o caso da Adutora Taquari, com investimento de R$ 44 milhões e que deve ser concluída ao final de 2024. Está também sendo construída a Elevatória de Água Tratada Lago Norte, composta por dois reservatórios metálicos com 2.000 m3 de capacidade de armazenamento. Investimento de R$ 39,7 milhões devendo ser concluída em janeiro de 2025.
Outra etapa do sistema é a implantação do Reservatório de Água Tratada Sobradinho. Serão dois reservatórios metálicos com capacidade para armazenar 8 milhões de litros de água. Um investimento de R$ 21,9 milhões e previsão de término também em janeiro do próximo ano.
A Caesb, segundo Reis, também investe na construção de mais dois sistemas de abastecimento: Corumbá (subadutora do Gama) e Brazlândia. Nesses três sistemas, entre 2024 e 2025 serão investidos meio bilhão de reais.
Crédito da foto: Cristiano Carvalho (Caesb)
Novas fontes de produção contribuem para reduzir despesas, melhorar serviços, preservar a natureza e desenvolver o DF
A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) investiu mais de R$ 3,7 milhões nos últimos sete anos na construção de usinas fotovoltaicas em unidades da empresa. Os investimentos, segundo Luís Antônio Reis, presidente da Caesb, atendem à política da companhia de buscar energias alternativas que reduzam os custos da empresa, melhorem a qualidade dos serviços, ajudem a preservar o meio ambiente e contribuam para o desenvolvimento socioeconômico do DF.
O investimento mais recente foi na recém-construída usina de geração fotovoltaica da Estação de Tratamento de Esgotos do Gama, que vai produzir 11.500 KWH por mês, o equivalente a 4,25% do consumo dessa ETE. A quantidade de energia gerada irá economizar R$ 5.400 por mês na conta de eletricidade da estação do Gama.
A Caesb também investiu R$ 120 mil na usina de geração fotovoltaica do reservatório de água do Cruzeiro. Irá gerar 5.611,29 KWH por mês, dos quais 336 KWH/mês serão consumidos no próprio reservatório. “O restante da energia produzida será direcionado a outras unidades da Caesb”, explicou Reis. A Caesb agora aguarda apenas a liberação da Neoenergia para colocar a usina do Cruzeiro em funcionamento.
A primeira usina fotovoltaica da Caesb foi instalada em 2017 na sede da companhia, no Centro de Gestão Águas Emendadas, em Águas Claras, com investimentos de R$ 3,4 milhões. Essa usina conta com 2.188 placas solares instaladas nos telhados dos prédios que compõem a sede. A capacidade de produção é de 700 kWp (quilowatts-pico), o que reduziu o consumo de energia elétrica de 140.000 kWh para 70.000 kWh por mês, gerando economia de 45% na conta de luz elétrica do prédio. A energia limpa gerada pela usina de Águas Claras poderia abastecer 610 casas populares.
Crédito da foto da usina da Sede: Marco Peixoto (Caesb)
Crédito da foto da usina da ETE Gama: Divulgação Caesb
Companhia começa a instalar equipamento de segurança na distribuição de água na Adutora de Taquari
Avançam as obras de construção do Sistema de Abastecimento de Água Norte, realizadas pelo Governo do Distrito Federal, por meio da Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb), para atender 355 mil pessoas que moram em sete setores habitacionais da região norte da capital. Nesta sexta-feira (21), começou a instalação do equipamento denominado “chaminé de equilíbrio” da Adutora de Taquari, no Lago Norte. A gigantesca estrutura é considerada fundamental para manter o fornecimento de água a ser feito pela futura adutora.
A “chaminé de equilíbrio” do Taquari é uma torre feita de aço com 3,5 metros de diâmetro e 40 metros de altura, o equivalente a um prédio de 12 andares. No equipamento, a Caesb investiu R$ 1 milhão 115 mil. A chaminé é um equipamento de proteção da adutora para garantir que a distribuição da água não seja interrompida ou que o sistema venha a sofrer danos provocados por problemas externos ou internos.
Em caso de falta de energia, por exemplo, as máquinas que bombeiam água param de funcionar. A água que estava sendo bombeada para o sistema de distribuição passa a retornar à adutora. Aí entra em ação a “chaminé de equilíbrio”. A água que retornaria sobe pela torre, mantendo e equilibrando o fluxo de distribuição do sistema. Sem a chaminé, a pressão da água seria tão forte que poderia causar danos à tubulação.
Sistema Norte
O Sistema de Abastecimento Norte é um empreendimento de R$ 135 milhões, que vem sendo executado para levar água potável a 355 mil moradores de Sobradinho I, Sobradinho II, Grande Colorado, Boa Vista, Taquari, Itapoã e Região dos Lagos.
O complexo está sendo construído em várias frentes de trabalho, que acontecem simultaneamente. Uma delas é a Adutora de Taquari, empreendimento de R$ 44 milhões a ser concluído ainda em 2024. Ao mesmo tempo, estão sendo construídos a Elevatória de Água Tratada Lago Norte e o Reservatório de Água Tratada Sobradinho.
A Elevatória do Lago Norte recebeu investimento de R$ 39,7 milhões. É composta por dois reservatórios metálicos com capacidade para armazenar 2 mil metros cúbicos de água, devendo ser concluída em janeiro de 2025. Já no Reservatório de Sobradinho a Caesb está investindo R$ 21,9 milhões. Serão dois reservatórios metálicos com capacidade para armazenar 8 milhões de litros de água. A previsão é que a obra seja entregue em janeiro de 2025.
Todas as obras do sistema estão gerando 500 empregos diretos e indiretos, segundo Luís Antônio Reis, presidente da Caesb. “Estamos investindo na expansão do fornecimento e na qualidade da água potável que levamos aos moradores da região Norte”, ressaltou Reis. “Ao mesmo tempo, estamos gerando centenas de empregos e renda, ajudando o mercado de trabalho e a economia do Distrito Federal”.
Crédito das fotos: Divulgação Caesb
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Adesão ao programa de negociação de débitos termina no dia 30 de junho
Esta é a última semana de adesão ao programa Caesb Negocia, que oferece desconto de 99% sobre os juros do total de dívidas contraídas ou multas recebidas até 15 de janeiro de 2024 com a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal. O prazo para a adesão termina no dia 30 de junho.
A adesão ao Caesb Negocia terminaria em maio, mas o prazo foi prorrogado a pedido de diversos clientes. Com a prorrogação, até esta segunda-feira (24) o número de adesões chegou a 22.644 clientes, totalizando R$ 18.222.293,04 em débitos e multas negociados.
O programa oferece condições especiais de pagamento do débito a todos os clientes pessoas físicas e jurídicas. Já os clientes beneficiados pelo programa Tarifa Social podem parcelar o débito em até 60 vezes.
“Esta é mais uma oportunidade que a Caesb oferece a seus clientes para que possam quitar suas pendências”, ressaltou o presidente da Caesb, Luís Antônio Reis. “Nosso objetivo é garantir que todos tenham amplas condições pra pagar o débito e um tempo maior para se organizar financeiramente”.
Para aderir ao programa Caesb Negocia, o cliente pode comparecer presencialmente a um dos escritórios de atendimento da Caesb (mediante agendamento) ou, de forma mais cômoda, acessar o site https://www.caesb.df.gov.br/portal-servicos/, opção Programa Caesb Negocia.
Acesse o site da Caesb (www.caesb.df.gov.br) para mais informações.
Companhia suspeita que construção irregular provocou os danos na estrutura das moradias
A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) está investigando o que teria provocado rachaduras nas paredes de três casas na Vila Buritis, em Planaltina. Uma moradora diz que o dano foi causado após o conserto de um vazamento de água na rede da empresa feito por uma equipe de manutenção da companhia. Mas engenheiros da Caesb apontam que a construção irregular de um dos imóveis seria a causa mais provável das rachaduras nas casas.
O caso começou às 8h15 de segunda-feira (24), quando o aposentado Antônio Leite Moreira comunicou à Central de Atendimento da Caesb que havia um vazamento de água na calçada do imóvel onde ele mora na Vila Buriti (casa 2, lote 5, conjunto Q, Quadra 3). Uma equipe de manutenção da Caesb chegou ao local às 15h. Como o reparo era pequeno, o serviço foi concluído antes do final da tarde.
A equipe relatou que o imóvel onde o reparo foi feito é um sobrado de dois pavimentos em construção. Os pilares de sustentação feitos de concreto e as paredes de tijolo já foram concluídos, mas ainda falta o acabamento. O sobrado é bem maior do que a maioria dos imóveis da rua. E fica colado à casa vizinha, que está em nome Adahil Pereira de Farias, mas é alugada para Maria Auxiliadora de Araújo.
Na manhã desta quarta-feira (26), a Caesb teve conhecimento de que o sobrado de Antônio Moreira e a casa de Maria Araújo apresentam rachaduras nas paredes. Maria responsabilizou a Caesb pelos danos, alegando que o problema ocorreu por causa do reparo feito pela companhia para conter o vazamento na calçada de Moreira.
Contradição da moradora
A contradição é que a própria Maria declarou que as rachaduras começaram a aparecer no sábado passado (22), dois dias antes do reparo feito pela equipe da Caesb. Outra contradição: por ser o reparo do vazamento uma obra pequena, a companhia não usou máquinas pesadas que pudessem abalar a estrutura do imóvel.
O mais provável, segundo técnicos da companhia, é que o sobrado de Moreira tenha causado os danos tanto na própria residência dele quanto na casa vizinha. Isto, porém, só poderá ser confirmado após a Comissão de Sinistro da Caesb concluir o laudo sobre o relatório da investigação que está sendo feito pela equipe de manutenção que esteve no local.
O laudo vai apontar as causas das rachaduras e identificar os responsáveis. A partir daí, a Caesb adotará as medidas judiciais cabíveis. Caso a empresa seja apontada como responsável, arcará com os ressarcimentos dos danos provocados aos moradores.
A Caesb informou que, em casos como o da Vila Buriti, em que há danos materiais, o cliente tem que acionar o setor de sinistro da companhia. Isso pode ser feito por meio do site da Companhia.
Crédito das fotos: Cristiano Carvalho (Caesb)
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